Oficina avalia risco de extinção de 70 espécies de eglídeos do Brasil

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn

 Entre os dias 14 e 18 de setembro de 2026, foi realizada, no Parque das Aves, em Foz do Iguaçu (PR), a Oficina de Avaliação do Risco de Extinção dos Crustáceos, dedicada à avaliação de 70 espécies de eglídeos, incluindo espécies cavernícolas.
 A oficina integra o processo de Avaliação do Risco de Extinção da Fauna Brasileira, conduzido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (CEPSUL/ICMBio). Os resultados dessas avaliações fornecem subsídios técnicos ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima para a atualização da Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção.
O processo de avaliação dos crustáceos contou com sócios da Sociedade Brasileira de Carcinologia, na posição de organizadores e avaliadores.

Em pé, da esqueda para direita: Luis Roberto, Marcelo Pinheiro, Crisller Pereira, Marcos Perés-Losada, Rosana Subirá, Emerson Mossolin, Fabíola Schneider, Harry Boss, William Santana, Gustavo Teixeira, Keith Crandall. Agachados, da esquerda para a direita: Sandro Santos, Fernando Mantelatto, Sérgio Bueno, Jéssica Colavite

A oficina desse ano foi realizada em parceria com o IUCN SSC Freshwater Crustacean Specialist Group (FCSG) e com o Centro de Sobrevivência de Espécies Brasil (CSE Brasil)/Parque das Aves. Essa colaboração fortalece a integração entre especialistas brasileiros e iniciativas internacionais voltadas à avaliação e à conservação da biodiversidade.

Aegla são crustáceos decápodes de água doce, endêmicos da América do Sul. Muitos eglídeos apresentam distribuição geográfica restrita, incluindo espécies cavernícolas, o que torna importante a avaliação de seu risco de extinção e a definição de medidas para sua conservação.

Aegla parva. Foto por: Sérgio Bueno e Jéssica Colavite

A realização da oficina representa mais uma etapa do esforço conjunto entre pesquisadores, instituições de conservação e órgãos ambientais para ampliar o conhecimento sobre o estado de conservação da carcinofauna brasileira e fornecer uma base científica sólida para o estabelecimento de estratégias e políticas voltadas à conservação das espécies ameaçadas.

Categorias

Recent Posts

Nota de Pesar

A Sociedade Brasileira de Carcinologia manifesta seu profundo pesar pelo falecimento da Dra. Laura López Greco, pesquisadora de reconhecida excelência científica e

Oportunidade para carcinólogos!

Pesquisadores interessados em se candidatar à vaga de curador da coleção de crustáceos do Museu Nacional de História Natural do Smithsonian Institution,